Deve consultar-nos se na sua relação existe…

A pressão do quotidiano, acrescida do facto das expectativas e ambições individuais, muitas vezes, não coincidirem no casal, leva ao desgaste da relação.

É neste aspecto que a terapia de casal pode prestar uma preciosa ajuda: criar oportunidades para que no casal haja o conhecimento, a compreensão, e a integração destes desejos e ambições pessoais, numa vida partilhada.

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Deve procurar ajuda da Terapia de Casal se na sua Relação actual existe…

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# Relação extra-conjugal por parte de um dos membros do casal.

# Dificuldades no relacionamento sexual.

# Desinvestimento amoroso de um dos elementos do casal.

# Novo casamento após divórcio.

# Dificuldades crónicas de comunicação.

# Dificuldade em compatibilizar a educação dos filhos.

# Relações tensas com as famílias de origem (sogras, sogros, irmãos…).

# Nascimento de uma criança deficiente, que provoca dificuldade na relação.

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Marcação consulta de Terapia de Casal:

Lisboa: Leiria:

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Sobre Terapia de Casal

O que é a Terapia de Casal

terapia de casal :: terapia de casal

A Terapia da Casal é um serviço especializado de apoio terapêutico aos casais que se encontram em situação de ruptura (seja divórcio, separação, ou mal-estar na relação).

A Terapia de Casal tem como principal finalidade, permitir ao casal adquirir uma noção clara dos problemas que afectam a relação, das necessidades que têm, e analisar as hipóteses de reconciliação e, caso existam, tentar, encontrar meios facilitadores para o restabelecimento da relação.

A pressão do quotidiano, acrescida do facto das expectativas e ambições individuais, muitas vezes, não coincidirem no casal, leva ao desgaste da relação.

É neste aspecto que a terapia de casal pode prestar uma preciosa ajuda: criar oportunidades para que no casal haja o conhecimento, a compreensão, e a integração destes desejos e ambições pessoais, numa vida partilhada.

Este tipo de encontro (terapia de casal) é mais facilmente conseguido com a ajuda de um terapeuta (psicólogo) com elevado grau de especialização.

Na consulta de terapia de casal, um profissional competente atende o casal em conjunto, ouvindo as razões de ambos, com o objectivo de criar alternativas, catalizar afectos e facilitar interacções.

A experiência da Terapia de Casal visa o “crescimento” de cada um dos conjugues e da relação entre os dois.

“O objectivo da terapia de casal é aumentar o termostato emocional do casal . . .” (Whitaker, 1981)

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Sobre Terapia de Casal

Bem Vindo à Clínica de Terapia de Casal

Bem-vindo à Clínica de Terapia de Casal.

Este é o nosso novo site oficial.

Se já era nosso visitante vai notar algumas diferenças. Mas na essência a nossa clínica é a mesma. Possuimos o mesmo expertise, a mesma experiência de 10 anos (desde 2000), e os mesmos profissionais. Continuamos a investir na consulta de Terapia de Casal.

Também há novidades: Este novo aspecto (mais apelativo e fácil de consultar) e com informação a ser colocada com mais frequência.

Esperemos que apreciem.

Boa Visita.

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Divórcio – Proposta Assembleia da República.

QUERIDO, ADEUSINHO
O Bloco de Esquerda tentou, sem sucesso, diminuir o divórcio litigioso.
A maioria do parlamento acha mal, a Focus ouviu políticos, padres e especialistas (Dra. Celina Lopes de Almeida – Clínica de Terapia de Casal) sobre esta questão que divide o país.

Por Paula Simões e Carina Quiteres

FOCUS Nº 397 de 23 Maio 2007

Entrevista a Dra. Celina Lopes de Almeida :: Terapeuta de Casal – Clínica de Terapia de Casal.

É com a voz embargada pela revolta que Carolina recorda os dois anos de suplício que tem vivido ao lado do, ainda, marido, a quem já não ama. Vítima da demora dos tribunais, esta mãe de dois filhos menores tem vivido dias de desespero, à espera de uma decisão adiada, fruto de uma lei que, em caso de litígio sobre filhos menores, obriga a regulação de poder paternal em primeiro lugar, para depois dar lugar ao divórcio. “Os meus filhos já me perguntaram por que é que eu e o papá vivemos juntos se já não somos “namorados”. Apesar do casamento não estar a ser consumado, o receio de uma reação menos positiva por parte de um juiz mais conservador obriga Carolina a adiar a saída de casa e o recomeço de uma nova vida.

É justamente para evitar este tipo de situações que o Bloco de Esquerda apresentou recentemente na Assembleia da Républica uma proposta de alteração da lei, relativamente ao divórcio litigioso: “O BE apresentou uma terceira modalidade de divórcio para facilitar a vida das pessoas. A proposta vem permitir a possibilidade que seja feito o pedido de divórcio por um só elemento do casal salvaguardando, obviamente, os direitos do cônjuge. Por exemplo, não pode haver pedido de divórcio, no caso de haver filhos menores e desde que não tenha já dado entrada um pedido de regulação do poder paternal. Por outro lado, todos os bens patrimoniais decorrem num processo paralelo. A proposta contemplava ainda a atribuição da pensão de alimentos quando o cônjuge dependa do outro. Assim como se prevê que, na final da partilha dos bens, em casos de comunhão geral de bens, os cônjuges não possam ficar com um valor superior àquele que seria normal num processo de comunhão de adquiridos. Isto para evitar o que usualmente se chama de ‘golpes de baú’. O cônjuge que não deseja o divórcio não é de modo nenhum prejudicado. Seria muito mais prejudicado ao manter-se anos e anos numa relação.” É desta forma que Helena Pinto, deputada do BE, defende a sua proposta, rejeitada pela maioria parlamentar, com votos a favor apenas do PCP e de alguns deputados do PS. Segundo a deputada, a aprovação desta proposta seria um sinal de mudança dos tempos e de que a lei acompanhava os avanços da sociedade. Nuno Magalhães, deputado do PP, tem ideia diferente: “Esta proposta traz grandes inconvenientes e não é ponderada. Quando falamos do casamento não falamos de um contrato qualquer. Quem casa fá-lo de livre vontade e sabe que tem direitos e deveres. Esta alternativa é inspirada na vizinha Espanha, que já foi objecto de críticas duríssimas no último relatório do Instituto da Família em Bruxelas, que apelidou o governo espanhol de ter políticas regressivas que provocam a ruptura familiar. A nossa lei é equilibrada e é praticamente em 90 por cento dos países da União Europeia.”

A opinião é partilhada por Ricardo Candeias, advogado especializado na área do divórcio, para quem a lei actual é bastante completa. “Em qualquer contrato, seja ele de casamento ou não, a lei admite que uma das partes possa rescindir unilateralmente esse contrato, sem dar explicações ao outro. Mas o outro depois tem direito a pedir uma indemnização por essa ruptura do contrato e o BE não explica como vai resolver essa questão”, enfatiza o advogado.

Anália Torres, socióloga com um mestrado em casamento, acha que estas posições extremistas não contemplam a evolução da sociedade actual: “O sentimento amoroso é, nos nossos dias, a única aventura transcendente na relação conjugal. A maneira de encarar o divórcio mudou. O casamento deixou de ser uma instituição a preservar a qualquer custo. Mantém-se se é satisfatório, se produz alegria e bem-estar”. No caso de um divórcio litigioso, todos parecem estar de acordo que não é esta a situação que se verifica. “ Os divórcios litigiosos são extremamente perturbadores para os próprios e devastadores para os filhos. Os casais nesta situação tendem a entrar numa escalada de violência verbal, manipulações constantes, esquemas para “tramar” e fazer sofrer o outro e enredam-se de tal forma nesta relação doentia que deixam de investir de forma saudável nos outros relacionamentos à sua volta (filhos, amigos e outros parentes)”, esclarece Celina Coelho de Almeida, terapeuta de casal e directora clínica da Insight-psicologia (Clínica de Terapia de Casal). Para a especialista a nossa sociedade tem muito interiorizado a associação de estoicismo e imaturidade à situação de divórcio. No entanto, “existem muitos casais que ponderam e preparam a separação de forma a que os envolvidos sofram o menos possivel”, conclui.

O deputado socialista Ricardo Rodrigues explica a posição dos socialistas: “A maioria dos deputados do PS votou contra este projecto porque é contra o divórcio na hora. Esta proposta não é compativel com o contrato do casamento, que não é propriamente um contrato que se rescinda sem mais nem menos. Tem de haver alguma estabilidade no casamento, por forma a que este não possa ser rompido por mero impulso.”

Mais contundente é o padre José Luis Borga. “Esta proposta mostra como o Estado está do lado do não casamento e não tem interesse em assegurá-lo como um bem social comunitário. Isto é um reflexo que a maior parte dos nossos políticos tem uma má experiência de família. Um dia vamos pagar as contas disto: no futuro as pessoas vão deixar de acreditar nos vínculos entre si. Hoje em dia os compromissos com as pessoas não são confiáveis. Em termos legais, o Estado prevê, neste momento, que quando as pessoas se casam se divorciem logo de seguida”, acusa. Para o pároco, o vínculo do casamento está a ficar reduzido a questões circunstanciais e de leis estritas e sugere que a lei devia estar ao serviço de uma relação que se deve salvar: “Esta proposta, no que respeita à família, representa um mau serviço para a sociedade e só enfraquece o casamento.” Helena Pinto contrapõe esta afirmação. “A ideia de algumas pessoas de valorizar um casamento é permitir relações que duram anos e anos mas que não significam nada e em que a vida das pessoas é um inferno. Esta alteração sim, vinha valorizar o casamento. Vem dizer que o casamento deve existir enquanto as condições que o determinarem se mantiverem”, diz a deputada do BE.

O processo de secularização do casamento, com a intervenção directa do Estado em termos legislativos, teve início em França, em 1789, quando conferiu às mulheres personalidade jurídica para anular a instituição matrimonial. Porém, esta legislação audaciosa foi anulada pelo Código de Napoleão que restabelece, na prática, a indissolubilidade do matrimónio. Já em 1910, o regime republicano, atendendo a fortes reivindicações das feministas da Liga Republicana das Mulheres Portuguesas, consagrou o divórcio por mútuo consentimento e o divórcio litigioso, estabelecendo como causas legítimas: o adultério da mulher, o adultério do homem, a condenação definitiva de um dos cônjuges a qualquer pena maior, as sevícias de origens graves, o abandono do domicílio conjugal por tempo não inferior a três anos, a ausência sem notícias por tempo não inferior a quatro anos, a loucura incurável quando decorridos, pelo menos, três anos sob a sua verificação por sentença passada em julgado, a separação de facto livremente consentida, por 10 anos consecutivos, o vício inveterado do jogo de fortuna ou de azar, a doença contagiosa reconhecida como incurável e importante aberração sexual.

Entre os anos 60 e 70, parte significativa do divórcio litigioso requerido, particularmente pelas mulheres, fundamentava-se justamente no pressuposto de infidelidade do cônjuge.

Os tempos mudaram e já não basta a infidelidade para colocar um fim ao casamento. Nas sociedades modernas, onde muitas vezes a realização profissional se coloca acima de contratos matrimoniais, há espaço para outro tipo de motivações. Prova disto é o aumento significativo de pedidos de divórcio litigiosos.

Num estudo recentemente revelado pelo Instituto de Política da Família (IPF) de Bruxelas, Portugal encontra-se entre os países da União Europeia que registou o maior aumento de divórcios entre 1995 e 2004. Ainda assim, Anália Torres desdramatiza a situação afirmando que, de facto, a sociedade está a mudar, mas isso não invalida que as pessoas ficam solteiras ou voltam a casar. “A forma de encarar o casamento mudou”, conclui a socióloga.

Marcação consulta: Lisboa: Leiria:

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Nós nos Media

Amor no escritório.

Amor no escritório
Como se comportam as empresas quando a seta do Cúpido, acerta em cheio, por exemplo, num director-geral e na sua directora financeira?
Texto: Ana Rute Silva

EXAME Nº 225 de Julho 2005

Foi a decisão mais difícil que teve de tomar. Num dos pratos da balança estava o emprego da sua vida numa grande empresa de origem norte-americana. No outro, a relação amorosa com o director-geral. Cláudia (nome fictício) teve de escolher entre o cargo de directora financeira e um amor que nasceu no escritório. Optou pela segunda hipótese. “Não escondo que foi com algum sacrifício pessoal. A vida é feita de escolhas”, observa. A protecção da identidade é justificada pela reserva da vida privada do actual marido, que se mantém à frente dos destinos da empresa, e de quem já tem um filho.

Quando decidiram assumir a relação, deram o primeiro passo para a saída de Cláudia. É que, apesar de não haver uma regra escrita que limitasse as relações amorosas entre colaboradores, era ponto assente que a convivência directa, entre os dois não era benéfica para a organização. “Eu achava que a minha saída era inevitável. Quando tornamos o caso público, sabíamos que era uma empresa norte-americana e o que isso implicava. Eu reportava directamente a ele e não podia simplesmente mudar de departamento. Afinal era a directora financeira”, recorda.

Mesmo “totalmente apaixonada pela empresa”, Cláudia escolheu ficar com a pessoa com quem, antes, partilhava responsabilidades. Foi o próprio director-geral que deu conhecimento do caso, surpreendendo os colegas no escritório. A saída foi apoiada pela organização, que ajudou Cláudia a encontrar trabalho. Nunca lhe pediram para ficar, apesar das competências profissionais que sempre demonstrou ter.

Relação Transparente

À medida que recorda a história, Cláudia confessa que tem saudades do anterior emprego, onde os horizontes profissionais se alargavam, à medida que o investimento pessoal aumentava. Nesses longos dias de trabalho, muitas horas de dedicação, sem tempo para reforçar laços com o exterior, o amor nasceu. “Tínhamos a mesma paixão pela empresa, o mesmo olhar, a mesma visão. Adorava trabalhar com ele e penso que foi por isso que nos apaixonámos.”

Parece lugar comum, mas é inevitável. Nos corredores de uma grande empresa cruzam-se centenas de colaboradores. Trocam-se olhares, partilham-se momentos intensos na vida da organização e nascem paixões. Um inquérito da American Management Association a 485 gestores concluiu que 80% já estiveram envolvidos nalgum tipo de relação com um colega. Metade confessou que essa afinidade resultou em casamento.

Shere Hite, autora do livro Sexo e Negócios “editora Vida Económica”, estudou as relações amorosas em 10 grandes empresas norte-americanas e concluiu que 62% das mulheres inquiridas já se relacionaram com alguém do escritório. Na altura em que realizou a investigação, 42% dos entrevistados mantinham uma relação com um colega e 35% escondiam-na.

Vasco Soares, psicólogo da Insight – Psicologia e Recursos Humanos, acredita que o amor à primeira vista é uma excepção. “Se estão em permanente contacto, a proximidade faz o ser humano apaixonar-se. É um factor essencial para o amor nascer”, sublinha. Nuno Fraga, da Hire and Trust, partilha da mesma opinião. “A questão das relações amorosas entre colaboradores da mesma empresa ganhou maior relevo nos últimos anos. Esta situação não pode ser dissociada do facto de, cada vez mais, as pessoas passarem uma percentagem maior do seu tempo nas organizações.” Nuno Fraga acrescenta que subsiste “alguma dificuldade em gerir a vida pessoal e profissional e, como tal, há uma tendência maior para existirem relações entre quadros da mesma empresa”.

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Nós nos Media

Com a Ajuda da Terapia de Casal a infidelidade pode resultar num reforço do Casamento

Artigo Publicado em:

JORNAL METRO Nº 236 de 21 Abril 2008

Jornalista: Patricia Lamurias.

Manter um casamento parece uma tarefa cada vez mais difícil nos dias de hoje. Algumas vezes, percebe-se que só o amor não chega. Outras vezes, tudo está bem, mas o amor vai definhando. Nunca a terapia de casal foi tão procurada.

Entre os principais motivos que levam os casais a recorrer à terapia, destacam-se as dificuldades de comunicação, o desinteresse sexual, os conflitos – por exemplo, na gestão da parentalidade ou em relação às famílias de origem – e também situações de traição, explica Celina Coelho de Almeida, psicoterapeuta e directora clínica da Insight. Durante a terapia, “o casal aprende a conhecer melhor o outro, a falar dos seus problemas de forma positiva – sem críticas -, a compreender o tipo de dinâmica que tem e o que os leva a entrarem sistematicamente em conflito”. A comunicação é o maior problema de muitos casamentos. E é por isso que é importante a intervenção de alguém que promova o diálogo aberto, mas sem ofensas. A terapia de casal engloba sessões individuais (sobretudo no inicio) e sessões em conjunto.

Celina Coelho de Almeida que trabalha especialmente com casais, aponta várias razões para os casamentos serem, ou parecerem, tão difíceis de aguentar: “Em termos psicológicos vive-se mais o prazer imediato e tolera-se menos as frustrações; em termos profissionais, as pessoas passam cada vez mais tempo a trabalhar, tendo diminuído o tempo de qualidade com a família; em termos culturais e sociais, o divórcio deixou de estar associado a um estigma, as mulheres tornaram-se mais independentes e mais exigentes.”

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Dificuldades de comunicação, desinteresse sexual, conflitos e traição são os principais motivos que levam os casais à terapia.

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O mito dos sete anos

Apesar de muito se falar sobre uma crise aos sete anos de casamento, a especialista acredita que essa ideia é um mito e afirma que, nas suas sessões, surgem relações com meses e outras com muitos anos.

Os casos extraconjugais são o grande fantasma das relações. Mas uma traição nem sempre é sinal do fim do casamento. “Muitas das traições ocorrem devido à degradação da relação e da necessidade de um dos membros se sentir amado ou desejado por alguém. Nestes casos, a descoberta ou a confissão pode ser um ponto de partida para o restabelecimento da relação, com a ajuda da terapia, podendo até tornar o casal mais unido.”

Ainda assim, recorrer à terapia não é garantia de recuperar o casamento , como explica Celina Almeida. “No final, os membros do casal podem chegar à conclusão de que a relação chegou ao fim.”

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